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Arcon quer garantir a qualidade no fornecimento energia no Pará

A   Agência de Regulação e Controle de Serviços Púbicos do Estado do Pará (Arcon) busca parceria com a  Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para exigir  a qualidade dos serviços prestados pela Equatorial Energia, antiga Celpa ao consumidor paraense. A proposta de união de forças dos órgãos reguladores ocorreu no último da 19 de fevereiro, durante reunião  realizada em Brasília, por provocação da Arcon.

 Na audiência realizada  na sede da  Aneel, o   Governador do Estado, Helder Barbalho, e o diretor-geral da Arcon, Eurípedes Reis  apresentaram  ao diretor geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone da Nóbrega, o  atual cenário  de elevada tarifa e  baixa qualidade da energia elétrica ofertada à população do Estado  do Pará. E, neste sentido, o Helder Barbalho propôs que a Agência de Regulação e Controle de Serviços Púbicos do Estado do Pará (Arcon) passe a fiscalizar o serviço prestado pela Equatorial Energia, antiga Celpa.

 “A intenção   é  corrigir  qualquer  distorção de informações que estejam sendo  repassadas à  Agência Nacional de Energia Elétrica  (Aneel)  sobre a  energia elétrica ofertada no Pará , fazendo com que a Arcon possa ser um braço apoiador da Aneel no Estado do Pará. Desta forma, queremos garantir que a transparência de dados, apresentados pela distribuidora, contribuindo para que retratem a realidade que estamos vivenciando no Pará”, esclarece  Helder Barbalho.

Pepitone da Nóbrega reconheceu a alta carga de subsídios na tarifa e explicou que isto se deve ao fato do país ter que acionar termoelétricas, como forma de preservar seus reservatórios de água, uma vez que os níveis seguem baixos, devido às chuvas escassas em diversas regiões do país. “Acredito que temos que discutir a legitimidade desses subsídios serem recolhidos pelo setor elétrico, considerando que eles são destinados a outros setores da economia. Isto deve ser levado ao Congresso Nacional, pois em última instância, vai constituir para a desoneração da tarifa de energia. É natural que a população enseje qualidade e preços justos e nós estamos estreitando os laços com a Agência de Regulação do Pará para resgatar a qualidade do serviço”, afirmou

Por Amanda Engelke/ Cybele Puget